Dia 1 – Budapeste

Chegamos no aeroporto de Budapeste lá pelas 12h, fomos direto sacar um pouco de dinheiro no ATM e comprar as passagens para o transporte público. Logo no desembarque você avistará o guichê vendendo os bilhetes. O funcionário sugeriu que comprássemos o passe para grupo: até 05 pessoas podiam utilizar o transporte público por 24h a contar a partir da compra do bilhete pelo custo de 3.300 HUF.

Ele te ajudará a entender e a comprar o bilhete mais adequado para você. Porém, caso queira dar uma olhada nos preços atualizados e tipos de passagens em Budapeste, é só da uma olhadinha no site deles.

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Saindo do aeroporto, vire a esquerda que você já avistará o ponto de ônibus. Pegue o ônibus 200E e pare no ponto que fica bem próximo a estação de metrô Kőbánya-Kispest – aproximadamente 20 minutos de viagem. Você verá várias pessoas descendo e o nome da estação num muro em frente ao ponto de ônibus.

Você andará alguns pouquíssimos metros até a estação e pegará a linha M3 até a estação Deák Ferenc tér (foram 10 paradas). Atenção que há fiscais olhando o bilhete em todas as estações de metrô (se não for na porta, eles ficam próximos as escadas rolantes).

metromap

Andamos uns 5 minutos e chegamos ao flat. Já falei que ele era maravilhoso nesse post né? E a Gabriella, dona do flat, nem se fale! Ela fez questão de ir conosco até a bilheteria da MAV que ficava na 1051 Budapest, József Attila utca 16 (perto da praça da roda gigante) e da estação de metrô Deák. O lugar fica aberto de segunda a sexta das 08:10 às 18h10 (durante o verão o horário pode variar, bom conferir no site deles, porém não achei essa parte em inglês). Infelizmente é fechado aos finais de semana, mas você pode comprar os bilhetes nas estações de trem também. Ainda bem que ela foi conosco, pois não entendemos nada e ela que nos ajudou traduzindo tudo, como contei aqui nesse post. Na volta para o flat ela ainda foi nos mostrando onde ficava o mercado, bares, restaurantes, melhores ruas para irmos, etc.

Estávamos famintos então paramos para almoçar num dos restaurantes indicados por ela: Menza localizado na 1061 Budapest, Liszt Ferenc Tér 2. É um lugar que os locais gostam, e por isso costuma estar bem cheio durante os finais de tarde. Infelizmente não aceitam reservas de mesa, mas como o restaurante é relativamente gradinho (tem mesas do lado de dentro e do lado de fora – uma delícia no verão) você acaba não esperando muito para sentar. A comida estava excelente e o preço honesto. Almoço super agradável!

 

Andamos então pela Andrássy utca vendo todas as suas belíssimas construções.

 

 

 

 

Passamos em frente ao Museu do Terror (Terror Háza) que infelizmente não conseguimos ir por falta de tempo (fica para a próxima visita!). O museu foi construído e aberto em 2002 para relembrar e contar os horrores que a Hungria passou nos regimes Nazista e Comunista.

Chegamos então a Praça do Heróis (Hősök tere), que foi palco de demonstrações anti-comunistas no passado. O Monumento do Milênio no meio da praça foi erguido em 1896 para celebrar os mil anos do assentamento do povo húngaro na região da bacia dos Cárpatos. No topo do monumento está o Arcanjo Gabriel, que apareceu em um sonho para Santo Estêvão e ofereceu a ele a coroa da Hungria.

 

Andamos então pelo Parque da Cidade (Városliget), o maior parque de Budapeste. A construção mais imponente lá é com certeza o castelo de Vajdahunyad, misturando estilos arquitetônicos como gótico, renascentista, barroco e romanesco. A única parte aberta ao público é o Museu da Agricultura.

Em frente ao castelo tem um lago onde tem pedalinhos no verão, mas que vira uma pista de patinação no inverno.

Também passamos pela tradicional casa de banho Széchenyi fürdő, mas infelizmente não deu tempo de irmos.

Saímos de lá, pegamos o metrô e fomos direto para Erzsébet ter (praça) com vários restaurantes e um ambiente super gostoso.

Pegamos a rua para pedestres Hercegprímás ao lado da praça e seguimos para a Basílica de Santo Estêvão (Szent István Bazilika). Depois que seu domo original caiu em 1868, o arquiteto Miklós Ybl consertou os erros arquitetônicos anteriores da Basílica. Durante a Segunda Guerra Mundial ela foi danificada, mas permaneceu de pé graças ao seu estilo neo-renascentista.

 

Aproveitamos para parar numa sorveteria muito boa a charmosa quase em frente a Basílica. O sorvete é super saboroso e lindo, mas infelizmente esqueci de pegar o nome do lugar 😦 Obs: Parece, mas não é o Amorino.

Andamos pela região até chegarmos a Ponte das Correntes (Széchenyi lánchíd), com suas antigas engrenagens, e que te leva até o lado de Buda. Não chegamos a atravessá-la, só passeamos pela região e pela praça Roosevelt onde fica o lindíssimo hotel Four Seasons.

Como estávamos cansados, passamos no mercado e levamos algumas coisas para beliscarmos lá no apartamento mesmo. Aproveitar o lugar super aconchegante que tínhamos alugado.

 

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