Roteiro na região de Algarve

Passamos 4 noites na região do Algarve e meu arrependimento foi não ter ficado mais. A costa é maravilhosa, de tirar o fôlego mesmo!!! Eu sabia que as praias eram bonitas, mas fiquei surpresa com a beleza, tranquilidade e limpeza de todos os lugares que passei.

Algarve

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The Wonders of Snæfellsnes

Em nossa segunda visita a Islândia e no penúltimo dia no país, decidimos fazer o tour The Wonders of Snæfellsnes com a empresa Reykjavik Excursions que é uma das maiores (se não for a maior) de lá. Estava evitando ela, pois sei que eles trabalham com grupos e ônibus grandes, o que não me agrada muito, mas era a única que tinha esse tour no dia que eu queria.


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Dia 8 – Dubrovnik e Montenegro

Fechamos o passeio na Amico Tours no dia anterior por 350 kunas por pessoa e esperamos no ponto de ônibus do Cable Car. Eles nos ligaram às 21h30 no dia anterior dizendo que o passeio não ia rolar mais. Reclamei muito, pois seria nosso último dia na cidade e todas as outras agências já estavam para fechar. Portanto, eles nos colocaram numa outra empresa para fazermos o tour. Eles atrasaram para nos pegar, mas no final deu tudo certo.

Fomos para Montenegro e a nossa primeira parada foi um lugar onde pudemos avistar a Baía de Kotor e a Ilha Our Lady of the Rocks.

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Dia 5 – Hvar

Queríamos ir para Bol, porém como não era alta temporada, os barcos que faziam esse passeios eram limitados para apenas alguns dias da semana. Decidimos então alugarmos um carro e passearmos pelas praias em Hvar mesmo.

Alugamos o carro mais simples na Pelegrino novamente (mesmo lugar que alugamos o barquinho no dia anterior), pagamos 300 kunas pelo dia e no final do dia abastacemos em torno de 55 kunas de combustível. O aluguel foi feito pela Pelegrino, pois eles colocam carros de outras agências para alugar. Retiramos o carro na agência Sun City que fica perto do terminal de ônibus – era o lugar mais em conta que achamos.

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Dia 4 – Hvar

No dia seguinte decidimos alugar um barquinho bem simples para irmos até Pakleni Islands. São diversas ilhas e praias próximas uma das outras. Como nosso barquinho não era nada potente, decidimos ir em apenas algumas praias mais próximas. Não é necessária nenhuma autorização ou licença para alugar esses barquinhos. Claro que se você quiser um mais potente, precisará apresentar sua carteira de habilitação.

Pagamos 350 kunas para ficarmos com ele praticamente o dia todo – já incluía combustível. Alugamos o barco na agência Pelegrini que fica na Riva. O dono do barco nos deu as instruções básicas e um mapa das ilhas.

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Dia 3 – Split e Hvar

No terceiro dia saímos bem cedo do albergue, pois a partir das 08h começariam a cobrar o estacionamento. Como teríamos que ir de qualquer jeito para lá para pagar e colocar o ticket no carro, decidimos já ir embora da cidade mesmo. Para nossa surpresa, na porta do nosso quarto tinham dois saquinhos com café da manhã para levarmos durante a viagem 🙂

Demoramos cerca de 2h de Zadar para Split. Passamos por um pedágio no caminho que custou 41 kunas e devolvemos o carro no aeroporto de Split (alugamos em Zagreb). Seguimos as placas de “Rent a Car” no estacionamento de lá e paramos nas vagas da Avis/Budget (há plaquinhas sinalizando as vagas de cada empresa). Estacionamos e levamos a chave do carro até o balcão deles dentro do aeroporto. O funcionário deles verificou o carro e fomos embora.

Logo na saída do aeroporto, a direita, você encontrará um guichê de shuttle bus – Direct Bus Line. Pegamos esse ônibus que nos levou direto ao centro de Split e custou 30 kunas/pessoa.

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Chegando em Split tivemos umas 3h para andar pelo centro até pegarmos o ferry que saía às 14h para Hvar. Compramos os bilhetes antecipados pelo site Jadrolinija. Foi super fácil: só colocar o lugar de partida, destino e data que já aparecerão todos os horários que eles possuem. Alguns demoram um pouco mais de tempo e levam carros também. O que pegamos demorou 1h para chegar a Hvar. Após a compra você recebe por email sua confirmação que você deverá imprimir. Porém, chegando à cidade não esqueça de passar antes num guichê da Jadrolinija para pegar seu bilhete. O email é apenas uma confirmação, não é válido para embarcar.

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Restaurante Ithaa

Quando decidimos passar nossa lua de mel em Maldivas (Jan/2010) eu encasquetei que queria conhecer o restaurante embaixo do mar, o Ithaa. Porém, ele fica no hotel Conrad que é da rede Hilton e eu tinha decidido que preferiria ficar no Anantara. Isso porque além do Conrad ser mais caro, não me familiarizo muito com o estilo “americanizado”. A infra estrutura deles é muito boa e super chique, não tem nem o que discutir.

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Na época, o funcionário de lá tinha me informado que eles só abriam o restaurante para almoço se tivessem no mínimo 06 pessoas com reserva. Não havia ninguém que tinha reservado para mesma data que nós, porém ligamos e mandamos tantos emails que eles abriram uma exceção e abriram o restaurante exclusivamente para nós.

Pegamos então um speed boat do Anantara até Male (aprox 30 min), onde fica o aeroporto. De lá pegamos um hidro avião para o Conrad (aprox 30 min). Fomos direto para o restaurante que fica 05 metros embaixo da água. Na hora que chegamos, eles tinham jogado comida próximo do vidro para que os peixes ficassem mais próximos de lá. AMAMOS!

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Realmente é lindo e algo muito diferente! Uma experiência e tanto, ainda mais com o restaurante só para nós dois! Foi um momento inesquecível pelo local, pois a comida não tinha nada demais.

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Após o almoço, fomos andar pelo hotel até a hora de dar o nosso horário do hidro avião. Fomos nas lojinhas, praia e ficamos relaxando em uns lounges. Voltamos para Male e pegamos novamente um speed boat para o Anantara. Esse meu desejo não saiu nada barato e pelo valor não faria novamente. O almoço saiu US$ 506/casal, porém o hidro avião custou mais US$ 840/casal e o speed boat mais US$ 500/casal.

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Maldivas

Já viajei para lugares muito bonitos pelo mundo, mas para mim um dos lugares mais incríveis que já visitei (se não for o mais bonito) com certeza é Maldivas onde passei 5 noites (Jan/2010). Quando fomos escolher o destino para nossa lua de mel meu marido disse “quero ir para um lugar que tenha a cor do mar bem clara”. Fizemos 5 noites Maldivas e 5 noites Dubai, que já comentei aqui no blog. Ficamos no Anantara Veli e acertamos na mosca e vou explicar o porquê.

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Anantara-Dhigu

Maldivas é constituída por duas fileiras de atóis no Oceano Índico e possui 1.190 ilhas de corais distribuídas por 90.000 quilômetros quadrados. Aproximadamente 90 ilhas são para fins turísticos. Portanto, a escolha do resort é de extrema importância, já que você ficará lá dias aproveitando o mar, mas lógico, a infra estrutura do local. E para chegar lá tivemos que pegar um speed boat por 30 minutos para chegarmos ao hotel (olha a foto da minha vista no caminho = sem tratamento nenhum e com uma câmera ruinzinha). No boat você já recebe lenço umedecido e água. Ao chegar no hotel você é recebido com música ao vivo.

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Já vi muitos relatos de blogueiros e viajantes que acharam Maldivas incrível, mas quando vi as fotos não achei lá aquelas coisas. Realmente muito bonito, mas que podemos encontrar lugar parecido em outro país. Digo que a escolha do Anantara Veli foi acertada, na minha opinião, pois a estrutura era muito boa, os funcionários hiper simpáticos e ao lado tinha o Anantara Dhigu. Portanto, podíamos aproveitar dois hotéis em um praticamente (duas piscinas, mais restaurantes, etc etc).

A maior parte do resort era rodeado por mar super claro, o que não ocorre em algumas outras hospedagens onde há apenas uma faixa de mar claro e depois já chega o mar com água escura.

Piscina do Veli

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Piscina do Dhigu

A única alteração que fiz foi que fechamos o Over Water Bungalow, mas chegando lá fiz um upgrade para o Deluxe Over Water Bungalow, pois achei o primeiro muito pequeno. Mas eles também têm outras opções de quartos na praia e outros bungalows melhores. Em nosso bungalow tinha uma varanda com espreguiçadeiras e sofá e uma escadinha que dava para o mar. No banheiro, a banheira tinha vista para o mar também.

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Há máscara de snorkel e caiaque gratuitos e o restante dos passeios fechamos lá como snorkeling (US$ 77/casal), passeio para Male (US$150/casal), passeio de barco para ver golfinhos (US$110/casal), scuba diving (US$350/casal), parasailing (US$100/pessoa). Engano seu se você acha que ficará entediado de passar dias em Maldivas. Tem muita coisa para fazer (mas a maioria tem que pagar, claro) como passeios dos mais variados e também spa, piscina, jantares, etc. Dos passeios que fizemos eu aconselho apenas o snorkeling, scuba diving e parasailing para quem gosta.

Adorei ficar conversando com os funcionários do hotel para saber mais sobre costumes e tradições, já que eles são super simpáticos, curiosos e adoram conversar. A maioria deles mora na ilha do resort e volta para casa poucas vezes ao ano, pois o transporte é caro. De tempos em tempos vinham conversar conosco e nos trazer frutas.

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O Anantara também tem várias opções de restaurantes nos dois hotéis. Quando eu fui, achei o Veli mais voltado para casais e o Dhigu para casais e famílias. Não fechei pacote all inclusive (não tinha esse pacote na época), mas não me arrependi, pois o café da manhã era muito farto e maravilhoso, almoçávamos apenas um lanche já que no calor não tínhamos fome, comíamos frutas a tarde e a noite saíamos para jantar num dos restaurantes de lá.

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Realmente não tenho do que reclamar dessa viagem e do hotel. Recomendo e quero repetir!

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Dia 3 – Phi Phi

Meu marido e eu decidimos aproveitar e relaxar nesse último dia em Phi Phi. Por esse motivo, alugamos um long tail boat para nós e fomos para Maya Bay, já que no dia anterior a praia estava muito cheia.

O passeio de 3h custou THB 1.500 e ainda tivemos que pagar a taxa da praia de THB 200/pessoa. Foi bem gostoso e aproveitamos bastante a paisagem, já que ela estava com poucas pessoas.

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Depois de retornarmos, almoçamos, ficamos na praia próxima ao hotel, na piscina e fomos novamente ao View Point.

No dia seguinte tínhamos voo para Kuala Lumpur, por isso pegamos barco até Phuket (aproximadamente 2h) + transfer até o aeroporto (aproximadamente 40 minutos). Fechei na mesma agência dos passeio por THB 450/pessoa.