Dia 4 – Cingapura

Após o café da manhã no MBS, deixamos nossas mochilas na recepção e fomos rumo a Sentosa Island, uma ilha cheia de entretenimento com restaurantes, praias, parque de diversões, resorts, hotéis, brinquedos radicais e até uma Universal Studios. Saimos de MBS e pegamos MRT até Harbour Front (custo $ 3.50). De lá pegamos o Sentosa Express, um trenzinho que te leva para a ilha (custo $ 3.50).

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Ficamos pouco, apenas para termos uma noção do que era a ilha. Mas o ideal é se passe um ou mais dias lá, pois tem inúmeras atrações para crianças e adultos. Tem praias, resorts, spas, parques e até Universal Studios.

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Fomos embora direto para Gardens by the Bay, que eu estava super ansiosa para conhecer. A entrada custou $ 28.00/pessoa e dava direito a conhecer Flower Dome e Cloud Forest, já que a parte outdoor não é paga. Não subimos nas super árvores, que era possível e possui um custo adicional.

É um lugar lindo! Cheio de plantas, muito bem cuidado e coladinho ao MBS.

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Já a noite fomos buscar nossas mochilas na recepção do hotel e pegamos o traslado gratuito direto para o aeroporto com saídas frequentes. Infelizmente não conhecemos o aeroporto inteiro, pois não tínhamos muito tempo, mas já foi o suficiente para eu ficar impressionada. Primeiro, fiquei fácil mais de meia hora só admirando e encantada com Kinetic Rain Sculpture no Terminal 1. É uma escultura dinâmica com 1.216 pingos de chuva de cobre dançando no ar com movimentos precisamente coreografados, controlados por motores localizados no teto fazendo 16 formas diferentes para encantar qualquer um (como avião, balão, chuva, etc).

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Depois tomamos banho por $ 8.55/pessoa e no local também tinha academia e piscina. O aeroporto é super grande e tem vários jardins, cinema, lojas, praça de alimentação, restaurantes, lounges para descanso com diferentes tipos de cadeiras, locais para recarregar celulares, computadores, sala para videogame, spa, área para crianças com brinquedos, baby care, lounges com tv, entre outras facilidades.

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Como tinha comprado uns presentes fui ao balcão do tax free e digo que foi o processo mais rápido que já fiz. Você pode fazer sozinho nos terminais ou então no balcão rapidamente e com funcionários hiper atenciosos.

O que ficou de fora da nossa passagem pela cidade
– Orchid Garden
– Safari Night ou Zoo
– Roda gigante
– Cassino

Dia 3 – Cingapura

O terceiro dia deixamos livre para relaxarmos e aproveitarmos a piscina do MBS. Ela estava mais vazia, pois já tinha passado o Natal e o pessoal do Ano Novo ainda não tinha chego. Como não queríamos sair para almoçar, pedimos algumas coisas para comer e beber na piscina mesmo.

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A tarde fomos tomar o famoso Singapore Sling no Long Bar do Raffles Hotel. Esse drink foi criado na virada do século pelo bartender chinês Mr Ngiam Tong Boon no próprio hotel e foi concebido como bebida de mulher, por isso a cor é rosa. Porém, atualmente a bebida é apreciada por todos e obrigatória por quem passa pelo Raffles.

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Receita:

  • 30ml Gin
  • 15ml Herring Cherry Liqueur
  • 120ml Pineapple Juice
  • 15ml Lime Juice
  • 7.5ml Cointreau
  • 7.5ml Dom Benedictine
  • 10ml Grenadine
  • Pitada de Angostura Bitters
  • Enfeite: pedaço de Pineapple e Cherry

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Esse bar é diferente, pois tem abanadores no teto e eles servem amendoim e você joga a casca no chão. Essa experiência não saiu barata, mas vale a pena! Singapore Sling $ 30.60/drink.

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No caminho para o Raffles, passamos pelo Chijmes que antigamente era um convento e atualmente é um espaço em que ocorrem eventos e que possui vários restaurantes, bares e lojas. O lugar é bem bacana e adorei, porém não ficamos, já que era cedo e caiu a maior chuva!

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Voltamos e fomos direto para a fila do Din Tai Fung, onde pegamos a valiosa dica no blog do MauOscar (além de várias dicas e ajudas para nosso roteiro). Conseguimos jantar os famosos dumplings finalmente =) Total da conta para 2 pessoas: $ 55.75.

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Depois fomos a uma exposição que tinha no ArtScience Museum, The Art of the Brick, com obras feitas de Lego pelo artista Nathan Sawaya. Custou $ 25.60/duas pessoas e foi sensacional!!! Fiquei de queixo caído!

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Após isso assistimos um show de luzes na água em frente ao The Shoppes at MBS que ocorre diariamente. Chama-se Wonder Full  e são aproximadamente 15 minutos de atração. Eles fazem projeções na água, show de luzes e alguns lasers. Ocorre diariamente às 20h e 21h30 (e sextas e sábados também às 23h).

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Dia 2 – Cingapura

Começamos o dia indo para Little India e passeando nas ruas por lá. Avistamos comércios com fachadas coloridas, lojas vendendo temperos, tecidos, flores, entre outras coisas. Tudo isso em torno da Serangoon Road. Aproveite para passar no Mustafa Centre, uma loja de departamento famosa na região que vende de tudo um pouco.

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Depois fomos para o Arab Quarter, onde fica localizado o Sultan Mosque. Andando pelas ruas ali próximas, vimos diversos restaurantes típicos, lojas vendendo tecidos, roupas tradicionais, acessórios, tapetes, etc.

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Como precisávamos comprar um presente fomos ao Funan Mall, shopping que vende vários eletrônicos e fica localizado na North Bridge Road.

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Depois nos dirigimos para famosa Orchard Road, avenida grande repleta de lojas e shoppings centres. Lá você encontrará lojas super famosas, mas também encontrará lojas com preços mais acessíveis. Não somos muito de compras durante viagens, então entramos apenas no Ion Orchard e Paragon, shoppings mais famosos da região. Paramos para almoçar na praça de alimentação japonesa do Takashimaya. Nosso almoço custou $ 25.00 (duas pessoas).

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Obs: A rua estava fechada, pois era Natal e a noite teria uma parada.

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Durante nossa caminhada pela Orchard Road, achei curioso barraquinhas na rua (tem até da Kibon) fazendo fila para comprar sanduíche de sorvete em barraquinhas na rua. Pão de forma colorido com sorvete de massa no meio ou então pode escolher com bolacha ao invés do pão por $ 1.00.

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Voltamos para pegar nossos mochilões a tarde no hostel e nos dirigimos de MRT ao famoso e tão esperado Marina Bay Sands. Fizemos o check-in junto com várias pessoas e nos dirigimos para o quarto (que já falei em outro post). Nos trocamos e fomos direto para piscina.

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Ficamos até tarde e descemos no shopping do MBS para jantar. Como às 20h já não tinha mais possibilidade de colocar nome na lista para jantar no Din Tai Fung, fomos na praça de alimentação mesmo. Comemos por $ 21.00 (duas pessoas).

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Dia 1 – Cingapura

Assim que meu marido e eu chegamos ao aeroporto de Cingapura compramos o Tourist Pass. Paguei $ 20/pessoa e dava direito a três dias de uso ilimitado de ônibus e trem na cidade. Além disso, você deixa um depósito de $ 10 que é devolvido no retorno do cartão (mesmo processo do Oyster Card de Londres). Porém, nos arrependemos de ter comprado isso, pois a cidade é super pequena e como eu adoro andar bastante para conhecer o local a pé, caminhávamos pela cidade toda e dificilmente pegávamos transporte público. Mas se você não gosta muito de caminhar e prefere ir “direto ao ponto”, acredito que faça mais sentido. Enfim, do aeroporto pegamos o MRT para Chinatown. Super fácil e tivemos que fazer apenas uma baldiação (tempo aprox. de 30/40 minutos).

Quando dizem que Cingapura é uma boa pedida para começar a viajar pela Ásia é verdade. Isso porque a cidade é bem moderna e rica e o choque cultural não será tão grande quanto em outros países. É uma cidade bem certinha, não podendo mascar chiclete na rua, ter que atravessar na faixa, não comer nem beber em transporte público (tem fiscalização, pois eu presenciei uma), e por aí vai. A única coisa que estranhei mesmo é que as pessoas oferecem seus assentos para as crianças, ao invés de oferecerem aos idosos. Além disso, o pessoal literalmente corre para pegar um lugar para sentar, bobeou dançou.

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Continuando nosso primeiro dia na cidade, deixamos as mochilas, nos ambientamos no hostel e aproveitamos para andar na região de Chinatown. Caminhamos pelas ruas Mosque (rua do hostel), Pagoda, Temple, Smith, South Bridge Road. Adorei o bairro com ruas enfeitadas, diversas lojinhas, templos (Buddha Tooth Relic e Sri Mariamman) e restaurantes.

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Descemos a pé a South Bridge Road, pegamos a paralela New Bridge Road até chegarmos a Boat Quay com vários restaurantes. Depois passamos por Clarke Quay, um complexo de entretenimento com muitos nightclubs, bares, lojinhas, restaurantes etc. É uma área super grande com sensação de ao ar livre, mas tem cobertura (já que chove bastante por lá). Vale a pena visitar a tarde e a noite, pois a vida noturna lá é bem agitada e o teto possui luz colorida.

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Caminhando pela margem do Singapore River, fomos até Fullerton Road onde vimos vários prédios de empresas modernos e esculturas espalhadas pela região.

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Ali ao lado fomos visitar o famoso Merlion, que tem cabeça de leão e corpo de peixe. O nome da cidade significa “cidade do leão”, por isso a cabeça. Já o corpo de peixe é porque originalmente Cingapura era uma vila de pescadores.

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Do local podemos ver o hotel Marina Bay Sands, The Shoppes at MBS, Esplanade Theatre, Artscience Museum e o Singapore Flyer.

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Como sabia que a noite teria um “show de luzes” no MBS, ficamos até escurecer para ver, mas realmente não valeu a pena, pois não tem nada de mais.

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Resolvemos então voltar para Clarke Quay para aproveitarmos a noite por lá. Adorei aquela região agitada, com cores, cheia de gente, barzinhos, etc. Vale muito a pena!!!

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Hospedagem em Cingapura 2 – Marina Bay Sands

Depois de nos hospedarmos por um dia no hostel fomos para o famoso Marina Bay Sands. Fizemos o check-in junto com milhares de pessoas (sem atendimento personalizado, já que não estávamos no quarto top e o hotel é gigante).

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O quarto era o Premier room, bem amplo, com vista para os Gardens By the Bay, banheira separada do chuveiro, cremes, varanda, chaise, etc. Ficava no 21º andar e o inconveniente era ter que pegar 1 elevador do nosso quarto até o meio do hotel, outro elevador do meio até o 55º andar e o terceiro do 55º até o 57º andar. Chegando no 55º andar você mostra seu cartão do quarto para validação e eles te dão uma pulseira que é diária para acesso a piscina (isso não ocorre com os quartos mais caros que tem acesso direto ao último andar).

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A piscina realmente é o que vale a pena no hotel na minha opnião, pois me deixou encantada e a vista é belíssima. Porém, já aviso que a água é BEM gelada!!!! E no dia que cheguei lá (Natal) estava a maior “farofa”. Mas os outros dias foram melhores, pois o hotel esvaziou e também porque fiquei na parte da piscina que crianças não eram permitidas (parte da direita, perto do Ku Dé Ta).

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Muitas pessoas me perguntaram como é a borda da piscina lá no alto, então aqui vai uma foto mostrando que tem um muro grande e não tem perigo de ninguém cair lá de cima. Também tem vários salva-vidas que chamam a atenção das pessoas que ficam de pé perto da borda.

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Lá de cima você tem uma visão muito boa do terraço ou da piscina. Fiquei impressionada com a quantidade de barcos que avistei. Também encontrará algumas jacuzzis para relaxar com água quentinha, pois além da água da piscina ser gelada, dependendo da época é difícil ter a visita do sol. Além disso, também encontra toalha, banheiro, piscina para criança, água com limão, serviço na piscina (para pedir drinks e comida), restaurantes, balada e deck.

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O hotel tem traslado gratuito com saídas frequentes para o aeroporto e fica localizado ao lado do Gardens By the Bay e do ArtScience Museum e possui acesso ao shopping.

Seu café da manhã é gigante (parecido com o café da manhã espetacular do Hyatt em Dubai que depois conto em outro post), com muita variedade de frios, pães, iogurtes, frutas, comidas quentes e frias, e uma infinidade de outras coisas. Possui um restaurante com café da manhã asiático e outro continental (mas que também tem opções de comida asiática).

Caso você vá para Cingapura, na minha opinião, vale a pena ficar pelo menos um dia no hotel para curtir a piscina que é o diferencial, pois o restante você encontra em outros hotéis bons em outras cidades. Porém, se programe já que o check-in é tarde (em dez/2013 era 3pm) e o chek-out é 11am.

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Hospedagem em Cingapura 1 – Wink Hostel

Já tinha optado ficar em Cingapura por 3 noites (2 no MBS e a última seria no aeroporto, já que meu vôo era de madrugada). Porém, depois de tanto pesquisar e ler, decidi reduzir minha estadia em KL e deixar um dia a mais para Cingapura que têm milhares de coisas para ver e visitar. Por esse motivo, meu marido e eu nos hospedamos num albergue por 1 noite (do total de 4 noites em Cingapura), já que não tinha mais quarto no MBS e também não queríamos gastar mais dinheiro.

Ficamos no Wink Hostel localizado em Chinatown e achei bem diferente e com localização ótima. Dormimos num quarto com 4 camas de casal que ficavam em pods, por isso cada cama tinha tomada e dois tipos de iluminação (uma para leitura e outra iluminação ambiente). Além disso, os quartos possuíam armários individuais com tranca através do cartão de acesso. A diária custou $ 90.00 para 2 pessoas, o que não foi barato se comparado a outros albergues na cidade.

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O hostel possuía banheiro comum a todos os quartos com cabines de chuveiros e poucas de privadas (na minha opinião), além de cozinha pequena (tudo bem que o hostel era pequeno, mas achei demasiadamente pequena), sala com tv, lavanderia e uma área para relaxar.

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24h em Kuala Lumpur

Meu marido e eu ficamos duas noites na cidade, mas como chegamos à noite de um dia e fomos embora de manhazinha, tivemos apenas 24h para passearmos pela cidade.

É uma cidade moderna, mas achei um pouco caótica no trânsito como São Paulo. É claro que gostaríamos de ter ficado mais tempo lá, mas como tínhamos pouco tempo procuramos aproveitar o máximo da cidade.

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Acordamos cedo e fomos direto para a bilheteria das Petronas Towers que abria 08h30, chegamos uns 20 minutos antes da sua abertura e ficamos na fila cerca de 45 minutos no total. Na fila mesmo você consegue acompanhar por um painel quais são os horários disponíveis para o dia, pois pelo menos na época em que fomos (dez/2012) eles vendiam ingressos apenas para a mesma data, não podendo comprar online antecipadamente, portanto não tinha como escapar da fila. O ingresso custou MYR 80,00 por pessoa e optamos por agendar para a parte da tarde, assim conseguíamos passear e depois retornar para a visita (mas tinha a partir da hora do almoço disponível).

Pegamos um trem para KL Central que custou MYR 1,60 por pessoa. Achei engraçado que o ticket do trem era uma ficha de plástico, parecia ficha de jogo. De KL Central saía um trem direto para Batu Caves por apenas MYR 1,00 por pessoa. Alguns vagões eram reservados apenas para mulheres, então homens, atenção na hora de entrar.

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Em aproximadamente 30 minutos você chega diretamente lá, super fácil! Lá você pode visitar alguns templos ao redor da caverna, mas o templo principal é dentro da caverna. Realmente fiquei de queixo caído com a estátua dourada enorme que tem em frente a esse templo, muito bonito e impressionante. Para visitar esse templo, que é o mais famoso, é necessário subir 272 degraus e ter acompanhantes como macacos ao longo dessa subida. Todo cuidado é pouco, pois eles são animais bem espertos e esperam os turistas bobearem para “furtarem” algo.

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O templo é enorme, impressionante e meio misterioso, mas confesso que fiquei um tanto quanto tensa com macacos, morcegos e pombas ao meu redor durante a visita. Além disso, em alguns pontos o cheiro pode não ser agradável por causa do calor, do odor das pessoas, dos animais e também por causa das “oferendas” serem muitas vezes leite.

Depois disso nos dirigimos ao Central Market para almoçarmos, já que lá tinha uma praça de alimentação e muitas lojinhas com coisas asiáticas. Adorei!

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Em seguida fomos à Merdeka Square, praça mais famosa da cidade e também conhecida como Praça da Independência.

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Fomos então para a nossa visita às famosas Petronas Towers. Primeiro você faz uma parada para fotos na ponte de 51 metros de comprimento a 170 metros de altura que liga as duas torres e depois sobe para o topo de uma das torres (altura total de 451,9 metros de altura). Achei bonito, mas como já tinha ido ao Burj Khalifa não achei uma visita imprescindível. Passeamos pelo parque que fica atrás das torres logo depois da visita.

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Visitamos também o bairro dos shoppings, Bukit Bintang. Andamos pelas ruas movimentadas, lotadas de carros e pessoas cheias de sacolas. Passeamos pelo famoso shopping Pavilion que realmente é bem grande e possui uma parte “Tokyo Street” que adorei com lojinhas e comida japonesa.

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No final do dia decidimos voltar para o hotel, mas passando antes por Petronas e digo que realmente a iluminação delas a noite é algo lindo e impactante! Vale a pena!

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Hospedagem em Kuala Lumpur

Quando procurei hotel apenas por duas noites em Kuala Lumpur estava a procura de um hotel próximo a algum metrô ou de fácil localização. Encontrei o Pacific Regency Hotel ao lado do Menara KL, próximo a duas estações de trem (Dang Wangi e Bukit Nanas) e também conseguíamos ir a pé para Petronas. Como chegamos tarde, optamos por pegar um táxi que nos custou MYR 75,00.

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Possuía um quarto bem amplo e também uma mini cozinha com fogão, geladeira e pia, coisas que adoro, pois nos dá muita flexibilidade durante a viagem. O café da manhã era continental e bem farto, mas também tinham algumas comidas asiáticas. Tudo nos agradou, além dos funcionários do hotel serem super atenciosos.

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Gostei bastante do hotel, mas ele não está no centro da cidade nem do agito. Portanto, se você procura alguma dessas coisas, não aconselho fortemente esse hotel.

Dia 3 – Phi Phi

Meu marido e eu decidimos aproveitar e relaxar nesse último dia em Phi Phi. Por esse motivo, alugamos um long tail boat para nós e fomos para Maya Bay, já que no dia anterior a praia estava muito cheia.

O passeio de 3h custou THB 1.500 e ainda tivemos que pagar a taxa da praia de THB 200/pessoa. Foi bem gostoso e aproveitamos bastante a paisagem, já que ela estava com poucas pessoas.

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Depois de retornarmos, almoçamos, ficamos na praia próxima ao hotel, na piscina e fomos novamente ao View Point.

No dia seguinte tínhamos voo para Kuala Lumpur, por isso pegamos barco até Phuket (aproximadamente 2h) + transfer até o aeroporto (aproximadamente 40 minutos). Fechei na mesma agência dos passeio por THB 450/pessoa.

Dia 2 – Phi Phi

No dia anterior fechei um passeio para o segundo dia em Phi Phi. O passeio de speed boat com almoço, bebida, frutas, pé de pato, máscara de snorkel e taxa de Maya Bay custou THB 1.500/pessoa.

O ponto de encontro era a própria agência que vendeu o passeio, pois funcionários vinham nos buscar e levar para o boat aproximadamente às 09h30.

Primeira parada Bamboo Island, uma praia com água bem clara, mas infelizmente o tempo estava fechado.

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Passamos por Mosquito Island, mas paramos apenas em Nui Bay para dar um mergulho e fazer snorkeling, já que tinham muitos peixes.

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Depois fomos para Monkey Beach, que como o nome já diz é cheia de macacos. É necessário ficar atento, pois eles roubam suas coisas se você se distrair um segundo, e alguns deles são mais ariscos. Por esse motivo, na hora do almoço entrei no mar e fiquei com a água até o joelho para não correr o risco.

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Passamos pela Viking Cave.

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Depois fomos para Loh Samah Bay, onde o barco ficou parado para darmos um mergulho. O local é calmo e a água é muito verde, lindo demais!

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Por fim fomos a tão famosa Maya Bay, do filme “A Praia”. Realmente é uma praia super bonita, com areia clara, mar muito verde e água quentinha. Muito muito bonita, realmente vale muito a pena ir.

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Você pode pegar uma pequena trilha lá na praia e explorar atrás dela que tem uma bela paisagem também.

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Só planeje bem o horário que irá, pois ela é muito cheia por ser tão famosa.

Na volta nosso speed boat quebrou no meio do mar. Esperamos alguns bons minutos até sermos resgatados por um outro barco, porém como o mar estava BEM agitado algumas pessoas passaram mal. Nada muito traumático para mim, ainda bem =)

Depois do passeio ainda deu para ir para piscina e aproveitar uma parte da tarde, já que retornamos por volta das 17h.