Onde comer barato em Londres – Parte 1

Muitos turistas me perguntam quanto gastarão para comer em Londres. Minha resposta sempre é a mesma… depende do restaurante que você vai, é tudo muito relativo. É a mesma coisa se você for a São Paulo. Depende se você comer na praça de alimentação, um PF do centro e num restaurante 5 estrelas nos Jardins.

Mas como sei que Londres é uma cidade cara, aqui vão algumas dicas minhas para quem quer comer bem e economizar, gastando menos de £5.

  • Mc Donalds

Geralmente tem cupons de desconto nos jornais gratuitos que são entregues perto do metrô como o Metro. Porém, esses cupons saem apenas em alguns dias nos jornais, então vale ficar sempre ficar atento. Uma outra dica é pegar cupons promocionais que entregam na rua. Os lugares que sei que sempre entregam são: saída do metrô em Camden Town e London Bridge (saída que fica em direção a Hays Galleria). Eles têm propaganda de uma loja específica perto de onde são distribuídos, porém esses cupons são aceitos em qualquer loja. Apresentando o voucher você paga £1.99 por um lanche e uma batata média, assim só tem que pagar o refrigerante a parte caso queira. 20140706_192738

  • Meal Deal em Supermercados

Algumas redes de supermercados como o Tesco e Sainsbury’s (que você encontra facilmente no centro) possuem um “meal deal” no almoço onde você paga £3.00 por um lanche natural + pacote pequeno de salgadinho (tipo batata, Doritos, etc) ou um doce (como um chocolate) + uma bebida (suco, refrigerante, etc). A Boots (farmácia) também possui esse meal deal, porém custa £3.49.

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  • Misato

Restaurante localizado perto de Piccadilly Circus e Leicester Square que possui um bom custo x benefício. Comida boa, prato farto, preço camarada, num lugar simples. Os pratos começam em £4.50 e para dar uma economizada é só pedir tap water 🙂 O único porém é que só aceitam dinheiro. 11 Whitcomb Street, W1D 6PG dscn0842

  • ICCO

Pizzaria na região central de Londres. Os preços variam de £4.00 a £6.70 e a pizza é bem grande para uma pessoa. 46 Goodge Street, W1T 4LU Untitled

  • Markets

Comer em mercados é sempre uma boa pedida. Os valores são variados, pois depende do que você come, claro! Mas caso vá em Camden Market, há diversas barraquinhas chinesas que vale uma pechincha depois da hora de pico. Uma vez fui com quatro amigos lá, barganhamos (pois seriam quatro pessoas comendo lá) e pagamos £3.00 no prato de comida chinesa com refrigerante incluso. Claro que era depois da hora do almoço (lá pelas 14h) e durante a semana. Minha dica é ir nas barraquinhas mais escondidas lá do fundo, depois do Cyberdog.

  • Seoul Bakery

O lugar é bem simples e pequeno, mas vive cheio. A comida é boa e barata, mas como um bom restaurante coreano, a maior parte das comidas é apimentada. Os preços variam entre £4.00 e £6.00. 55 St Giles High St, WC2H 8LH

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  • Brick Lane Beigel Bake

Brick Lane é famosa também pelas lojas de Beigel. Para quem gosta é um prato cheio, pois são bons e baratos (em torno de £4.00). Fica uma loja próxima da outra, mas uma das mais famosas é essa aqui. Ainda por cima fica aberta 24h! 159 Brick Lane, E1 6SB SONY DSC

  • Restaurantes de rede

Londres possui diversas redes que possuem bons custo x benefício, mas é necessário ficar atento aos preços e não se empolgar muito na hora de comprar.

– Pret a Manger: lanches naturais, saladas, cafés, croissants, sucos. As comidas frias possuem preço diferenciado caso você coma no estabelecimento ou leve para comer em outro lugar. Caso prefira sentar em uma das mesas deles, você pagará um preço maior por isso. Portanto, caso esteja sol, pegue o lanche para viagem e vá comer num parque ou praça para curtir o dia.

– Eat: rede similar ao Pret.

– Itsu: rede “irmã” do Pret, mas vende comida oriental como sushi e algumas outras comidas saudáveis. Confesso que não sou muito fã dessa rede, mas ela é popular e tem em vários lugares no centro. Uma dica é se atentar o horário de fechamento da loja e passar lá meia hora antes para levar as comidas 50% mais baratas nesse horário.

– Wasabi: também vendem comida oriental e acho a qualidade super boa. Há bandejas de sushi ou então você pode comprar individual. Minha dica para quem está com fome é pegar os pratos quentes. É só escolher seu tipo de comida (curry, frango teriyaki, yakisoba, etc) que vem num pote bem grande por um preço camarada (preços entre £4.95 e £5.95).

Essas são só algumas sugestões de lugares que gosto de ir por serem bons e baratos. Com o tempo atualizarei esse post quando achar mais algum lugar que ache um bom custo x benefício.

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Diferenças em Londres

Logo que cheguei comecei a listar algumas diferenças que me chamaram a atenção aqui em Londres. Achei que fosse legal compartilhar com todo mundo, pois pode ser interessante para quem ainda conhece aqui.

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– Muitas vezes estou no metrô e escuto umas sete línguas diferentes, mas ninguém falando inglês.

– As pessoas pedem desculpa para tudo, mesmo quando a culpa foi sua e você que esbarrou nela.

– As pessoas falam obrigado e por favor para tudo.

– Como diz a mãe do meu amigo, aqui a chuva é na horizontal… chove e venta. Não adianta abrir o guarda chuva que ele vai quebrar.

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– No metrô todo mundo espera as pessoas saírem do vagão primeiro, para só depois elas entrarem, mas em compensação não são todos que levantam para um idoso sentar (mas temos que avaliar que aqui também tem muita gente do mundo todo).

– As grávidas usam um bottom escrito “baby on board”, assim fica claro que a pessoa está grávida e você pode ceder seu assento sem qualquer dúvida ou receio de alguma mulher não tão em forma se sentir ofendida.

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– Na maioria dos pubs o garçom não vem à sua mesa. Você vai até o balcão, faz o pedido, paga, pega sua bebida e senta na sua mesa (se tiver uma). Pode até deixar o cartão lá no caixa também, ir pedindo e só colocar sua senha no final. Não espere que o garçom traga seu chopp mesmo sem você pedir.

– Aqui a cerveja não tem colarinho nem é muito gelada.

– As pessoas não andam no metrô, elas correm praticamente. Aqui você sempre tem que ficar do lado direito, já que do lado esquerdo passam as pessoas que estão com mais pressa. Porém, elas andam BEM depressa. Portanto, mesmo que você esteja andando, mas em passos normais, fique na direita que com certeza muita gente te ultrapassará.

– Jornais são distribuídos quase todos os dias e horas. Tem jornais durante a semana na parte da manhã e na parte da tarde. Todo mundo pega e lê no metrô. É fácil observar uma pessoa dando uma esticada para ler a matéria no jornal do passageiro ao lado. E também é normal as pessoas deixarem o jornal no vagão/assento e o próximo coloca de lado ou aproveita para dar uma lidinha.

– Isso de deixar o jornal também pode ser preguiça de jogar fora, afinal não é muito comum encontrar lixeiras no metrô. Quando você encontra, pode observar que os sacos são transparentes para se ver o que tem dentro do lixo (por causa de atentado, bombas, etc).

– Aqui não é normal sair com sua equipe toda para almoçar no por quilo. As pessoas geralmente comem sozinhas ou em suas mesas de trabalho. É muito comum você ver gente comendo sozinha em qualquer gramado, banco ou praça quando está sol.

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– Como as pessoas comem muito em suas mesas de trabalho, é comum você escutar da pessoa no caixa onde se compra a comida se você vai levar ou comer no estabelecimento. Isso porque há diferença de preço geralmente em comidas frias para se comer dentro da loja (é mais caro) ou para levar.

– Ser vegan, intolerante a lactose ou não poder comer glúten não é um problema tão grande, já que MUITOS restaurantes e cafés têm pratos especiais para pessoas com restrições. Também se pode encontrar facilmente produtos em supermercados como leite (e não é de soja!) ou queijo sem lactose, portanto, vida normal.

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– Aqui se come muita comida apimentada e comida asiática (chinesa, japonesa, vietnamita, coreana, tailandesa, etc).

– O Natal é comemorado com almoço no dia 25 (e não com ceia no dia 24) e esse é o único dia do ano que não funciona nenhum transporte público!

– O presente de amigo secreto na empresa geralmente não é para ser sério como um perfume, camisa ou livro. Geralmente o pessoal dá um presente engraçadinho ou envolvendo alguma brincadeira, mas que tem a ver com a pessoa sorteada (não é um amigo da onça que pega pesado… é algo mais light).

– Não importa o presente ou a data especial, você sempre tem que dar com um cartão.

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– É comum também as pessoas darem presentes para pessoas que estão mudando de empresa. Tem até seção de cartões específicos para isso.

– No Natal é comum ter vários mercados de natal espalhados pela cidade.

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– Dia 26 de dezembro é feriado e tem muita promoção nas lojas (boxing day).

– Aliás, tem pouco feriado por aqui (são 08 por ano, contando Natal e Ano Novo), mas todos eles caem segundas ou sextas (ou seja, sem ponte de feriado). Caso o feriado caia no final de semana, ele é postergado para segunda.

– Você vê muito turista indo com mala de viagem fazer compras nas lojas. Eles compram bastante coisas e colocam tudo na mala… bem mais prático para carregar o dia todo.

– Aqui é muito comum sair para ir ao pub depois do trabalho (e não comer nada, só beber mesmo… e beber muito!).

 

– De vez em quando você pode avistar na rua uma “bicicleta” um pouco diferente. Algumas pessoas alugam, saem pedalando pela cidade e bebendo cerveja ao mesmo tempo.

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– Também é comum ficar de pé do lado de fora do pub (se não for inverno), mesmo se você não está fumando.

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– Aqui cigarro é muito caro, então as pessoas compram o tabaco e o papel e fazem seus próprios cigarros, pois é bem mais barato.

– É muito comum todo mundo correr para pegar o metrô e quase ser esmagado pela porta, mesmo sabendo que tem um outro trem chegando daqui 2 minutos.

– É normal ver alguém carregando a mala nas escadas no metrô e ninguém ajudar.

– Normal no metrô é a pessoa levantar para sair na sua estação apenas quando o metrô de fato pára na plataforma.

– Nem todos os restaurantes incluem o serviço na conta, portanto você tem que prestar atenção. Alguns incluem, mas em outros você dá a gorjeta a parte. Ou então têm outros que quando você passa o cartão de crédito, a maquininha te pergunta se você quer dar e quanto quer dar de gorjeta (cuidado para não colocar a senha e dar uma gorjeta bem gorda, principalmente se sua senha começar com 9).

– Todos os restaurantes têm água torneiral de graça. Aliás é normal tomar água da torneira aqui. Mas quem não gosta tanto, tem umas garrafinhas ou jarra com filtro.

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– Também é normal ver muita “marca branca” no copo ou na pia que é o famoso “limescale” (minerais da água).

– Toda casa tem kettle, que é uma chaleira elétrica.

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– Geralmente os ingleses não fazem muitas reclamações em estabelecimentos, como por exemplo, em restaurantes. Eles são muito educados e cuidadosos com isso. Se acharem um inseto na sopa, por exemplo, falarão “eu acho que pode ter um inseto na minha sopa”, o que para mim está bem longe de se parecer uma reclamação.

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– Ninguém te olhará estranho se você tomar sol no parque de biquini ou fizer um mega picnic (mesmo levando comida mesmo, o que seria “farofada” para nós) num dia de sol.

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– Aqui é normal dividir casa, pois a moradia é cara. Então você pode alugar um quarto numa casa com pessoas que você não conhece.

– Também é normal o lado de fora parecer uma casa vitoriana, mas na verdade ser composta de vários apartamentos.

– É normal escutar como resposta de “está tudo bem?” um “not bad”. Isso não significa que a pessoa quer contar a vida e os problemas para você.

– Não tente lavar o banheiro do apartamento aqui com água, pois não tem ralo (além do chuveiro, porém muitas vezes o chuveiro é dentro da banheira).

– No começo do outuno você terá a visita por algumas semanas do “daddy long legs”, um inseto que parece um pernilongo gigante, mas não faz nada.

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– Todos que têm tv precisam pagar uma taxa anual de licença. Assim, você pode assistir os canais abertos.

– Mesmo que você tenha um plano de saúde particular, você precisa ir ao médico (público) do seu bairro para ver se ele acha que você tem que procurar um médico especialista. Caso ele ache, ele te dará uma “carta” e aí sim você procura um outro médico particular.

– Não existe RG ou CPF, portanto se você não dirige, você não tem nenhum documento sem ser seu passaporte (e crachá da empresa).

– Alguns prédios têm concierge. É como se fosse um porteiro que recebe correspondências, te ajuda com informações, mas não interfona e nem abre a porta quando sua visita chega.

– Como o concierge não abre a porta do prédio, utilizamos o famoso “fob” que você encosta num sensor para abrir a porta.

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– Não ache que aqui é diferente de SP na questão atravessar a rua. Não é só colocar o pé na rua que os carros param não. Por isso, tome cuidado, senão passam por cima.

– Uma curiosidade… a parte externa do teto dos famosos ônibus vermelhos é branca.

– E por último… para quem acha as moedas daqui confusas, eu achei uma lógica para entendê-las. Elas são separadas em pares, sendo uma moeda maior e outra menor e por cores. Exemplo: £0.01 bronze menor/ £0.02 bronze maior, £0.05 prata menor/ £0.10 prata maior…..

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Obs: Com certeza observarei mais diferenças no dia-a-dia, portanto atualizarei esse post de tempos em tempos.

1 Ano em Londres

Já faz um ano que estamos morando em Londres. Às vezes parece que faz um tempão que estamos aqui, mas por outro lado em alguns momentos me sinto um peixe fora d’água. Não me arrependo de ter vindo para cá passar um tempo, mas tudo isso foi consequência de meses de planejamento e sacrifícios para conseguirmos viver essa experiência.

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Está sendo muito bom e rico, amadurecemos e ainda estamos amadurecendo bastante a cada dia. Porém, como em qualquer experiência nem tudo são flores. As dificuldades são diversas e coisas que nunca nem imaginei. Dificuldade com a língua, em lidar com diferentes culturas, em conseguir um emprego num escritório, em tremer e suar a cada dia que tem que ir trabalhar, em não saber como falar, escrever ou lidar com as pessoas, conviver com mil e um costumes e comidas diferentes, não ter muito sol e calor, ter muita chuva e vento, não ter arroz e feijão todo dia, não sair para almoçar com sua equipe toda de trabalho num restaurante, etc. Às vezes estou no metrô e escuto sete línguas diferentes e não escuto inglês entre elas.

No começo sentia muita falta da comida brasileira (que AMO muito, principalmente a nordestina), mas hoje em dia está pesando muito mais a falta de convivência com meus amigos, familiares e colegas de trabalho (além do carnaval, claro!). Você passa muito tempo da sua vida no trabalho e aqui a relação com as pessoas é completamente diferente de tudo o que já vivi. Não digo que é bom ou ruim, mas é diferente e para mim isso foi e ainda é um grande choque cultural, pois saí totalmente da minha zona de conforto. Trabalho com pessoas de diferentes partes do mundo, cada um tem seu jeito que é bem diferente do brasileiro e ainda numa área que não é a minha. Larguei meu último trabalho que amava, meus chefes e equipe que adorava demais, e além disso, sei que será difícil voltar a trabalhar aqui em Londres com o que fazia antes.

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Eu não gostava muito de São Paulo por alguns motivos e hoje, mais madura e com a mente aberta, vejo que ela tem problema como outras cidades grandes (às vezes um pouquinho mais admito…), mas consigo enxergar muita coisa boa nela que não via antes. É uma cidade com pessoas maravilhosas, cidade que não dorme, que não pára, pessoas que só pensam em trabalho (e dinheiro), mas é uma cidade cheia de vida, com restaurantes/bares bons que ficam abertos até tarde e que possui moradia cara, mas não tão cara como Londres. Aqui o custo de vida é altíssimo e apesar de termos bastante dias de férias (20 e tantos dias úteis, que podem ser tirados picados e logo após seus meses de experiência – não é necessário esperar um ano), não sobra muito dinheiro para viajar no final do mês.

Além disso, percebi que não conheço nada da minha cidade. Londres é cheia de eventos, museus, parques, etc. Mas São Paulo também tem muita atração cultural que nunca dei valor. Sei que aqui tem coisas melhores como o transporte público e o sistema de saúde, por exemplo. Mas nem tudo são flores. O transporte tem lá seus defeitos sim (nada é perfeito, aqui tem greve, linhas param para manutenção, etc), mas é muito bom, porém temos que pagar um valor MUITO alto para usá-lo. E já o sistema de saúde é bom se comparado ao SUS com certeza! Mas para quem estava acostumado a ter convênio no Brasil, realmente não é a mesma coisa. Lá costumava ir ao médico e hospital para qualquer coisa e fazer exames periódicos para saber se estava tudo bem, mas aqui, mesmo que se tenha convênio particular você precisa passar pelo sistema de saúde público e o atendimento não é o que estamos acostumados, é BEM diferente. Costumava fazer um check-up a cada ano para saber se estava tudo bem e passava de 30 a 40 minutos conversando com meu médico. Fui a minha primeira consulta aqui que durou menos de 10 minutos e a médica disse que eu não tinha que fazer nenhum exame, pois eu estava bem e parecia saudável. Quando perguntei então quando teria que retornar para uma consulta, a resposta foi que eu não precisava voltar, só se estivesse doente. Ou seja, não ocupe o tempo do médico “em vão”.

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Enfim… o que quero dizer é… na minha opinião valeu e ainda está valendo a pena essa experiência. Mas acredito muito que isso está totalmente relacionado a alguns fatores: extremo planejamento inicial e sacrifícios, decisões muito racionais, sorte (sim, infelizmente é questão de sorte também para conseguir um emprego bacana, achar uma casa legal, etc) e principalmente ter um dos meus melhores amigos morando na cidade, me ajudando em tudo e me fazendo sentir que tenho uma família aqui.

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Não é porque moro em Londres que minha vida é perfeita e sem dificuldades, porque não é. Muita gente pensa que morar em Londres é o céu e viver no Brasil é o inferno e não é bem assim. Minha vida era muito boa em São Paulo e não podia reclamar de nada. Aqui  minha vida também é boa, mas já chorei e me desesperei por conta das experiências e situações mais diferentes que já vivi, por causa de dinheiro, por saudade dos meus amigos e da minha família, por repensar as minhas decisões quando minha família estava toda reunida no Ano Novo e só eu não estava lá, por preconceito e rejeições, etc. É tudo uma balança. Agora acho que esses sacrifícios valem, mas daqui há um tempo não sei. Conheço brasileiro que não aguenta mais aqui e quer voltar pro Brasil, como também conheço quem não queira mais voltar. Depende muito da pessoa e da vida que ela leva (e como ela leva a vida), seja na Inglaterra ou no Brasil.

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Sei que é difícil, mas tentem ver as coisas boas da sua cidade, pois com certeza ela tem várias qualidades que passam despercebidas no nosso dia-a-dia.

 

Visto de Residência – UK Residence Card

Comentei nesse outro post que me mudei para Londres com um visto de 06 meses de acompanhante de cidadão da União Europeia. Assim que meu marido conseguiu um emprego já apliquei para o outro visto de acompanhante (após mais ou menos 3 meses aqui), que também me dava todos os direitos como os de cidadão europeu.

Novamente liguei para Karina da Oi Londres e ela que me auxiliou e preparou todo o processo, mesmo a distância. Trocamos emails, fizemos reuniões por skype e mandei toda documentação para o Home Office: novamente as fotos do meu relacionamento com meu marido, certidão de casamento (original e tradução juramentada), extratos bancários (dos bancos da Inglaterra e do Brasil), contrato de trabalho do meu marido, holerite, formulários preenchidos e assinados pela empresa dele e por nós, fotos nossas tamanho passaporte, passaportes, contrato de locação do imóvel aqui, etc. Além disso, é necessário enviar os dados do cartão para pagar uma taxa de £55.00/aplicação. Valor cobrado na minha aplicação em Nov/2013.

Obs: Você pode fazer o processo todo sozinho, porém eu solicitei ajuda, pois sempre surge dúvida na hora do preenchimento dos formulários, envio de documentos, etc.

Mandei por correio (confesso que estava com receio, pois mandei todos os meus documentos originais num envelope) e em aproximadamente uma semana recebi uma carta confirmando o recebimento do processo e já foi debitado o valor do meu cartão. Caso desse algum problema aqui em Londres e alguém solicitasse meu documento, eu poderia apresentar essa carta do Home Office que havia recebido.

Como você ficará sem os documentos, se programe para assim que chegar na Inglaterra já agilizar algumas coisas importantes como: abertura de conta de banco, cadastro no seu GP (vá ao NHS do seu bairro para se cadastrar), solicitação do Insurance Number para poder trabalhar e se planejar para não realizar nenhuma viagem nesse período, pois eles têm até seis meses para devolver seu processo. Você pode solicitar seu documento de volta em caso de viagem, mas precisa fazer com antecedência e isso pára todo seu processo, podendo gerar confusão e atrasos. Por isso, melhor mesmo é ficar um tempinho sem sair do país.

Sobre arranjar emprego, já vi muitas informações dizendo que é possível arranjar emprego com essa carta do Home Office, porém na realidade (e o que ocorreu comigo) foi que dependendo da empresa eles ficam receosos de realizar a contratação. Não é porque você enviou o processo que é garantido que conseguirá o visto e por esse motivo algumas empresas podem ficar com medo. Se eles te contratarem e depois seu visto for negado, isso será um problemão para eles. Porém, como disse, depende da empresa, pois existem casos e casos, empresas e empresas. Por isso, continue procurando emprego, já que todo o processo de contratação não é feito do dia para noite na maioria dos casos.

Envie os documentos por correio em carta registrada e guarde a sete chaves o recibo, pois nele consta o número de referência que pode te ajudar a localizar seu processo no Home Office. Eles são um pouco confusos, até se confundiram no meu processo e devolveram meus documentos, mas ficaram com os do meu marido. Ligaram para ele pedindo desculpas e solicitando que reenviássemos meus documentos, pois eles dariam sequência ao processo (quem pegou meu processo para avaliar, achou que eu estava aplicando para cidadã britânica e simplesmente devolveu tudo, porém quando perceberam o erro, eles já haviam colocado meus documentos no correio, então ligaram para solicitar tudo de volta. Não havia NADA de errado no processo, foi erro deles mesmo).

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Enfim… mesmo com a confusão por parte deles, recebi meus documentos de volta após 02 meses. Não sei se esse é o tempo médio que leva ou se agilizaram por conta do erro deles, pois ficamos ligando e mandando emails para acompanharmos tudo e solicitamos agilidade por causa desse equívoco do Home Office. Todos os documentos retornaram e meu passaporte veio com um visto de 05 anos.

Obs: Hoje em dia o visto não é mais colado na folhinha do passaporte como mostrei o meu acima. O Home Office devolve toda sua documentação em um envelope e depois envia (num envelope separado) uma carteirinha que é o Residence Card. Algumas pessoas que conheço aplicaram no final de 2015 e todo o processo levou de 5 a 6 meses. Portanto, é aconselhável não marcar nenhuma viagem em 6 meses da data da aplicação, ou até um pouco mais que isso, pois nunca se sabe se o Home Office atrasará no processo.

Sei como é difícil essa mudança e a nossa cabeça fica cheia de dúvidas. Por isso, caso esteja passando por isso e queira uma ajuda, podem me escrever que tentarei ajudar ao máximo com informações ou indicações. Meu email é carol.afk@gmail.com

 

Castelo de Leeds

Como vi na previsão do tempo que não choveria, aproveitei para visitar o Castelo de Leeds, que apesar do nome não fica na cidade de Leeds. O Castelo é localizado em Kent, no sul da Inglaterra e é possível fazer um bate-e-volta de Londres perfeitamente.

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Comprei o ingresso pelo site da própria empresa de trem que faz o trajeto e como no mesmo caso de Oxford que comentei no outro post, também tinha promoção Group Save. Ou seja, viajando em grupo de 03 ou 04 pessoas, o valor que se paga pelos tickets de ida e volta é de apenas 02 pessoas. Isso mesmo! Só é necessário que o grupo viaje junto.

Entrei no site da Southeastern e selecionei a data, origem, destino (estação mais próxima é a Bearsted), horário aproximado e quantidade de passageiros.

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Depois disso, selecionei o horário desejado das viagens. Não é necessário viajar exatamente nesse horário selecionado na página, pois você comprará um bilhete para horários fora de pico que te permitirá viajar em qualquer trem fora do horário de pico. Para verificar quais outros horários que você pode viajar, basta clicar na observação “other off peak trains you can travel on with this ticket” que abrirá uma janela com todas as outras opções de trens que você pode pegar. É ótimo, pois se quiser ficar um pouco mais na cidade ou voltar mais cedo, é só pegar qualquer um desses trens permitidos.

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Nesse caso, era possível viajar com todos os trens entre Bearsted e Victoria Station, pois todos eles eram considerados fora do horário de pico. Depois de selecionada sua opção, abrirá nova página onde você escolhe seu tipo de ticket. Clique na opção escrita “return” (passagem de ida e volta) e onde tiver “G” que significa Group Save (caso viaje com 03 ou 04 pessoas no caso que citei acima).

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Selecione os horários novamente e abrirá nova página com todos os detalhes do bilhete e com opções extras caso queira comprar, como travelcards para poder andar de transporte público em Londres, etc.

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Na última tela aparecerá que você retirará os tickets na própria estação de trem e o valor (paguei £41.40 para 03 pessoas). Por isso é necessário levar o mesmo cartão de crédito utilizado na compra e o código que você receberá por email.

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Feito a compra você receberá um email com as informações do seu ticket. Lembrando que os horários que você marcou no momento da compra são apenas sugestões, pois você pode viajar em outros horários fora do horário de pico.

O número de referência/código que precisará colocar na máquina para retirar os tickets está assinalado.

Make a connection | Southeastern
Your booking confirmation
Dear Carolina,With guaranteed site security you can be assured that your payment has been securely processed. Your booking details are as follows – please take a moment to check the information is correct.Your confirmation number is: 5B4JRNWRJourney: 1 London Victoria to Bearsted @ £41.40
OFF-PEAK DAY R £41.40 (3 @ £13.80)
With 1 GS3 railcard(s)
All passengers must travel togetherYour Payment Card ****xxxx has been charged £41.40

Our terms and conditions and the National Conditions of Carriage apply to this booking and are available at www.nationalrail.co.uk

Journey: 1 London Victoria to Bearsted
Ticket type: Off Peak Day Return Valid on off-peak services by the route and Train Operator shown. Return journey must be made the same day.
Route: NOT VALID ON HS1
Outward journey: 1 Mar 2014
Suggested service departs London Victoria at 09:37 travel by Train service provider Southeastern to station Bearsted arrives 10:45
Return journey: 1 Mar 2014
Suggested service departs Bearsted at 16:48 travel by Train service provider Southeastern to station London Victoria arrives 17:51

Please note: this fare contains a Group Save discount and is only valid if all passengers travel together.

Ticket Collection This is not a valid ticket for travel.

You have chosen to collect your tickets from London Victoria. Your Ticket on Departure Reference is 5B4JRNWR
You will need to take the Ticket on Departure Reference and the payment card you used for the booking to collect your ticket

To collect your tickets, you must have both the credit/debit card used to purchase the tickets and your ticket booking reference. Tickets cannot be issued without both of these items.

Southeastern

Caso você viaje em apenas 02 pessoas, realmente o valor do trem fica meio carinho. Não se esqueça de sempre dar uma olhada no site ou app do The Train Line e também no site da própria empresa do percurso para ver se existem promoções.

Bom.. voltando a viagem, pegamos o trem em Victoria Station até Bearsted. Em aproximadamente 01h chegamos lá e ao lado de fora da entrada principal da estação tem um mini escritório da agência Spot Travel. Eles possuem um mini ônibus que faz o percurso estação – castelo em aproximadamente 07 minutos.

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Na primavera e no verão eles possuem serviços regulares a um preço de £5/pessoa. Já no outono e inverno eles possuem serviços restritos onde fazem o percurso conforme a demanda. Chegamos lá junto com uma família de 06 pessoas e por isso logo saímos. No outono e inverno os preços são cobrados por grupos e os valores são de ida e volta: 01-04 pessoas £20; 05-07 pessoas £30; 08-09 pessoas £40. A capacidade do mini ônibus que pegamos era de 16 pessoas. Como fomos em pleno inverno, combinamos com o motorista a hora de retorno e ele foi nos buscar. Obs: Preços resferentes a Março/2014.

Chegando a bilheteria, pagamos o valor de £21/pessoa e o bilhete é válido para retornar ao castelo por 01 ano (como ocorre em outros castelos como o de Windsor, por exemplo).

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Há um serviço de trenzinho que custa £1 que leva da bilheteria para o castelo. Na minha opinião não compensa, pois a caminhada é muito agradável e o percurso é lindo!

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O castelo apesar de bem moderno, teve sua construção em 1119 por Robert de Crevecoeur. Em 1278 o castelo passou para as mãos da Família Real onde permaneceu até 1552. Depois disso ele se tornou propriedade privada. A última proprietária foi a Lady Baillie que comprou o castelo em 1926 e contratou arquitetos franceses para reformá-lo. Após seu falecimento em 1974, Lady Baillie deixou o castelo para a Fundação Leeds Castle, fundo de caridade privada, cujo objetivo é preservar o castelo e o terreno para benefício do público. De acordo com seus desejos, o castelo ainda é mantido e regularmente é utilizado para acomodar convidados de casamentos, conferências e banquetes. A visita é apenas por alguns cômodos e é bem rápida.

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Mas a área de fora do castelo é belíssima e ampla. Pretendo realmente voltar no verão para aproveitar mais a área externa. Possui playground, apresentações de pássaros, gramado onde se pode fazer picnic, restaurante, cafés, lanchonete e um labirinto bem grande que adoramos! A média para sair do labirinto é de 20 minutos e conseguimos chegar à gruta na saída em 13 minutos =)

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Chegamos às 11h ao castelo e pegamos o shuttle para a estação às 14h30. Foi tempo suficiente para visitarmos o castelo, passarmos no labirinto, almoçarmos no restaurante e ainda assistirmos uma apresenção de alguns pássaros por 30 minutos. Claro que só deu tempo, pois era inverno e não conseguimos aproveitar muito as áreas externas.

Achei um passeio diferente e muito legal para se fazer um bate-e-volta.

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Oxford

Como vi na previsão do tempo um dia antes que sábado não choveria, resolvi comprar ticket para fazer um bate-e-volta para Oxford.

Sempre utilizo o site The train line para checar as passagens de trem, porém também é bom sempre comparar com os valores nos sites da própria empresa de trem que faz o trecho. No site do The Train Line, 03 passagens ida e volta custariam mais de £ 70. Decidi então comprar no site da empresa First Great Western e as 03 passagens sairam por £ 48!!! Isso porque existe o Group Save que permite 03 ou 04 pessoas pagarem apenas preço para 02 pessoas, porém o grupo tem que viajar o tempo todo junto e fora do horário de pico. Sendo assim, quando você consultar no site ou comprar na bilheteria, indique que comprará 3 ou mais passagens que terá o desconto.

Pelo site é muito fácil. Na página inicial coloque a estação de origem, destino, horários aproximados que deseja viajar e quantidade de pessoas como mostro na simulação abaixo:

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Depois disso, selecione na parte superior o tipo de bilhete que deseja comprar. Nesse meu caso optei por passagem de ida e volta (return que está escrito abaixo do preço) e pelo Group Save (só visualizar a letra G na opção, no canto superior direito do preço). Ao lado esquerdo do site, você pode conferir que é o preço para 03 pessoas e no meio do site você verifica quais horários você poderá pegar o trem tanto de ida como o de volta com esse ticket. Clique no “buy now”, depois selecione a opção “Collect your ticket from the station” e preencha seus dados e os dados do cartão para efetuar o pagamento.

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Você receberá um email com a mensagem abaixo onde constam seu número de referência e todas as informações das passagens. Observe que no email também está escrito que o grupo tem que viajar junto e também a sugestão de horários dos trens que eu marquei na hora de comprar. Não é necessário viajar nesses horários que foram marcados no momento da compra. Você pode viajar em qualquer trem fora do horário de pico. Caso tenha dúvida, volte ao site que ele te mostrará as opções.

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Chegando à estação, procure uma máquina e clique para retirar tickets. Coloque o cartão que foi utilizado na compra pelo site (não esqueça de levá-lo!!) e clique para imprimir. Sairão 02 tickets por pessoa (ida e volta para cada um) + 01 recibo.

Há também a possibilidade de ir à Oxford de ônibus, trajeto que demora entre 01h a 01h30 dependendo do seu ponto de partida. Os ônibus possuem saídas frequentes que podem ser consultadas nos sites das empresas National Express e Oxford Tube, por exemplo.

Optamos por sair de Paddington e chegamos em Oxford em aproximadamente 01h. Fique atento, pois os lugares da segunda classe não são marcados, então chegue antes para pegar lugar junto.

Chegando à cidade passamos pelo Oxford Castle, onde se tem uma vista parcial da cidade e alguns restaurantes e depois seguimos para a loja da Alice no País das Maravilhas. O seu escritor Charles Dodgson (Lewis Carroll) era professor de matemática na Christ Church e ele escreveu a história para Alice Liddell, filha do reitor da faculdade. Vários lugares da aventura são baseados em partes da famosa faculdade.

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Aliás, Oxford não é uma universidade como a maioria imagina. É na realidade um campus com quase 40 instituições de ensino, onde a Christ Church é a maior delas com aproximadamente 430 alunos de graduação e 215 de cursos pós graduação. É um local grande onde os alunos estudam, vivem e comem. Visitantes podem visitar algumas partes da universidade, porém a visita é paga e custa £ 7.

O lugar é lindo e ficou ainda mais famoso depois do filme Harry Potter. Quando você visitar The Hall, por exemplo, vai notar que o local foi a inspiração da sala de refeições de Hogwarts. No sábado que fomos, ela estava fechada até às 14h30, pois os alunos almoçariam ali até aquele horário. Por isso, visitamos as outras partes no período da manhã, mas voltamos a tarde para visitar o famoso The Hall.

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Saindo do Christ Church College, andamos pelas ruas próximas admirando todas as construções e imaginando como seria estudar em uma das faculdades na cidade. Passamos pelo Hertford College onde fica a famosa ponte que liga as duas partes da universidade e é famosa por lembrar a Bridge of Sighs em Veneza.

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Andamos mais um pouco e chegamos à Bodleian Library, uma das bibliotecas mais antigas da Europa e uma das maiores no Reino Unido.

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Próximo dali fica a Radcliffe Square onde se encontra a famosa Radcliffe Camera, uma sala de leitura belíssima, não aberta para visitantes.

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Andamos um pouco pela Hight Street, rua com diversas lojas, cafés, restaurantes e encontramos The Covered Market com várias barraquinhas de doces, frutas, cafés, souvenirs, açougue, etc.

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Saímos de lá e fomos almoçar no All Bar One, rede grande de pubs na Inglaterra. Pedimos um hamburger divino que comprova que realmente ingleses sabem fazer deliciosos lanches!!

Às 14h30 em ponto estávamos na porta da Christ Church para visitar o tão famoso The Hall. Realmente é um lugar maravilhoso e achei muito surreal (minha opinião) ter as refeições lá. É como se você fizesse parte de Hogwarts =)

É nessa mesma sala que você poderá observar um detalhe da história de Alice no País das Maravilhas no quinto vidro do lado esquerdo.

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Alice

Saindo de lá passamos no calçadão Cornmarket Street com várias lojas, artistas de rua, cafés e lanchonetes. Fomos andando pela cidade até a estação de trem para já voltarmos para Londres. Um passeio super agradável, em conta e viável para fazer em um dia.

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Dia 3 – Cotswolds (Snowshill, Broadway, Chipping Campdem, Stratford-upon-Avon)

No último e terceiro dia em Cotswolds visitamos cidades bonitas e diferentes das outras que já tínhamos visitado. Como estava amanhecendo um dia bonito com sol, resolvemos andar na cidade onde nos hospedamos (Bourton on the Water) e só depois pegar a estrada rumo as nossas últimas cidades nessa viagem antes do retorno à Londres.

  • Snowshill
    • Postcode WR12 7JR
    • Estacionamos na rua – gratuito

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Cidade bem pequena com casas maiores e lindas e uma igreja no centro. Não avistamos comércio, apenas um hotel pequeno. Entre meados de junho e agosto há campos de lavanda nessa cidade, o que é um enorme atrativo para lá.

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  • Broadway
    • Postcode WR12 7AH
    • Estacionamento pago – custo £ 0.50/meia hora (vá até a maquininha, coloque as moedas referente ao tempo de permanência, aperte o botão, retire o ticket com o horário limite discriminado no papel, coloque no painel do carro)

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Cidade de tamanho médio com casas bem bonitas e um pouco mais modernas. Rua principal larga com várias lojinhas, cafés, restaurantes, museus e parque. Apesar do seu tamanho, gostamos muito dela, pois não perdeu o charme.

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  • Broadway Tower
    • Postcode WR12 7LB
    • Estacionamento gratuito

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Ao avistarmos a famosa torre, confesso que ficamos um pouco decepcionados e por isso resolvemos apenas tirar umas fotos do lado de fora do complexo e fomos embora. Caso você queira entrar há um custo de £ 4.80/pessoa para ir à Torre. Há uma estrutura com café e lojinha no local.

  • Chipping Campdem
    • Postcode GL55 6AG
    • Estacionamos na rua – gratuito (porém, caso não tenha vaga, há uns locais específicos com vagas demarcadas na rua e que são pagos)

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Cidade média com vários hotéis pequenos, restaurantes, cafés, lojas, igreja, etc. É famosa por seus arcos no meio da cidade. Andamos pelas ruas olhando as vitrines das lojinhas e galerias de arte.

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  • Stratford-upon-Avon
    • Postcode CV37 6NL
    • Estacionamento coberto pago – custo £ 2.00/duas horas

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Cidade grande com parque, museus, diversas lojas grandes, restaurantes, lanchonetes, cafés, supermercados, teatros e a casa de Shakespeare. É famosa por ser sua cidade de nascimento. Apesar de ser bem grande, ela é bem bonita e agitada. O dia estava bonito e contribuiu para caminharmos na beira do rio olhando as aves e andarmos pelas diversas ruas agitadas com promoções.

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E assim terminou nossa viagem a Cotswolds e com certeza queremos voltar e conhecer mais cidades por lá. Recomendo fortemente essa viagem!

Dia 2 – Cotswolds (The Slaughters, Burford, Bibury, Cirencester, Stow on the Wold)

No segundo dia da nossa viagem a Cotswolds saímos do hotel às 09h e fomos visitar mais cidades:

  • Lower Slaughter
    • Postcode GL54 2HR
    • Estacionamos na rua – gratuito

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Uma das minhas cidadezinhas preferidas. Tem basicamente dois hotéis, uma igreja e residências, é bem pequena, mas tem um riozinho que passa por ela e a deixa super charmosa. Suas casas e tranquilidade do local deixam você com vontade de ficar por lá lendo um livro ou admirando aquele cenário.

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  • Upper Slaughter
    • Postcode GL54 2JE
    • Estacionamos na rua em alguns locais próprios – gratuito

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Cidade pequena ao lado da Lower Slaughter e também possui um riozinho que passa por ela. Casas grandes de tijolinhos parecendo que estamos vivendo em épocas passadas. Muito lindo!

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  • Burford
    • OX18 4SE
    • Estacionamento gratuito

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Cidade maior que as anteriores com várias lojinhas, restaurantes, casas e avenida principal larga, mas não chega a ser uma cidade grande. Também possui um rio passando por ela e as construções das casas já são mais modernas que das outras cidadezinhas. Muito bom para passar a tarde num café ou pub ou então tomar café da manhã num dos lugares pequenos e bonitinhos.

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  • Bibury
    • Postcode GL7 5NH
    • Estacionamos na rua – gratuito

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Visitamos a famosa ruazinha Arlington Row com suas casinhas como as de antigamente ao lado de um riozinho. Também passamos pelo Bibury Trout Farm que deve ser ainda mais agradável na primavera e no verão. Andamos pelas ruas admirando as casas grandes e o hotel perto do rio.

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  • Cirencester
    • Postcode GL7 2DA
    • Estacionamento pago – custo £ 1.30/h (vá até a maquininha, coloque as moedas referente ao tempo de permanência, aperte o botão, retire o ticket com o horário limite discriminado no papel e coloque no painel do carro)

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Cidade grande com muito comércio, parques, igrejas, museus, etc. Claro que mesmo sendo grande tem seu charme que você repara ao andar em suas ruas, ao entrar nas lojas e ao descobrir becos com lojinhas, cafés e restaurantes.

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  • Stow on the Wold
    • Postcode GL54 1AB
    • Havia vagas na rua, porém estava tudo lotado e paramos num estacionamento pago – custo £ 0.50/meia hora

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Essa cidade tem um tamanho médio, mas achei super hiper charmosa. Tem várias lojinhas, farmácia, mercadinhos, cafés e restaurantes e suas ruas estavam todas iluminadas com decorações de Natal. Achei uma cidade ótima para passar no final do dia para jantar num dos restaurantes super pequenos e acolhedores de lá.

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Dia 1 – Cotswolds (Lacock, Castle Combe, Bourton on the Water)

Alugamos um carro na semana passada e fomos para Cotswolds passar 03 dias (02 noites). Cotswolds são uma cadeia de montanhas no sudoeste e centro oeste da Inglaterra e possui uma impressionante beleza natural. É composta por várias cidades pequenas e vilarejos hiper charmosos, que faz você se sentir num conto de fadas.

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Para quem tem dúvida sobre aluguel de carros, brasileiros podem alugar carros aqui com a carteira de motorista brasileira por até 01 ano a contar da entrada no país. Caso esteja em seus planos ficar mais tempo, melhor tirar a carteira inglesa. Alugo carro no site da Budget e procuro pegar e devolver o carro em hotéis mais próximos da estrada onde viajarei, a fim de evitar o trânsito do centro da cidade. Por que em hotéis? Pois geralmente todos os lugares de aluguel de veículos fecham cedo, porém em hotéis mesmo com a locadora fechada, é possível devolver o carro. Você estaciona o carro na garagem e deposita a chave numa caixinha própria da locadora.

A diferença grande de alugar um carro por aqui é que eles dirigem do lado oposto ao nosso. Por isso é um pouco tenso, já que tudo é trocado. Alugar carro aqui não é caro, mas combustível e aluguel de GPS são carinhos. Portanto, caso tenha GPS com mapa daqui, vale a pena utilizar o seu. É só colocar o postcode de algum lugar na cidade e pronto!

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Saímos de Londres na sexta lá pelas 09h e pegamos a estrada rumo a Cotswolds. A seguir (e nos próximos posts) colocarei nome da cidade e postcode. Em algumas cidades o postcode já leva para um estacionamento no local, porém as cidades muito pequenas não possuem estacionamento, mas será fácil você estacionar (só não estacione o carro em locais que possuem duas linhas contínuas amarelas, pois é proibido estacionar). Para consultar estacionamento na Inglaterra uso o site UK Car Park. Ao parar seu carro, fique atento se é um local pago ou não. Caso seja pago, vá até a maquininha, coloque as moedas (lembre-se de levar moedas com você, pois alguns locais só aceitam moedas) referente ao período que ficará estacionado, retire o ticket e coloque no painel do carro.

Uma outra observação: como viajei com meu marido em dezembro, às 16h30 já estava totalmente escuro, então não conseguimos visitar tantas cidades. Caso você visite na primavera ou verão, é possível incluir mais alguns lugares em seu roteiro.

  • Lacock
    • Postcode SN15 2LQ
    • Estacionamos na rua em alguns locais demarcados – gratuito

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Após quase 02h chegamos lá na cidadezinha e visitamos a Lacock Abbey (custo £ 8.10/pessoa), onde foi filmado Harry Potter. Porém, o tempo estava ruim, começou a chover e não conseguimos explorar tanto o jardim de lá. Demos uma volta na cidade e fomos direto para a próxima parada.

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  • Castle Combe
    • Postcode SN14 7HU
    • Estacionamento a uma distância de 10 minutos de caminhada do centro da cidade – gratuito

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Uma das minhas cidades preferidas. É muito pequena com uma igreja e apenas algumas lojinhas (acho que não tinha nem cinco), mas é extremamente charmosa. Caminhamos até o riozinho que passa por ela e também no Manor House Golf, que é um hotel luxuoso e super lindo! Passamos um tempinho explorando cada cantinho da cidade que parecia a cidade dos Hobbits.

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  • Bourton on the Water
    • Postcode do hotel GL54 2BU
    • Estacionamos no hotel

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Escolhemos ficar hospedados nessa cidade, pois ela fica no “meio do caminho” do nosso roteiro. É muito charmosa também e possui praticamente uma avenida. Tem bem mais lojinhas, cafés e restaurantes. Um riozinho que é cheio de patos passa no meio da cidade, o que a deixa mais bonita.

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O hotel que ficamos foi o Chester House Hotel com 22 quartos, estacionamento, salinha para leitura, café da manhã, dois restaurantes (um dentro do hotel e outro fora). Possui wifi apenas na recepção do hotel.

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Ficamos no quarto mais básico que é pequeno, mas nos atendeu muito bem. Seus staffs são super simpáticos e a comida é boa. O café da manhã é inglês, mas também servem outras coisas: full English Breakfast (linguiça, feijão, cogumelos, ovos, bacon), torradas, sucos, chás, cereais, croissants, geléias, salada de frutas, iogurtes, etc.

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Jantamos as duas noites no restaurante deles The Croft, que fica ao lado de fora do hotel, perto do riozinho. Comida muito boa com cardápio de comida típica inglesa e é super charmoso e aconchegante (custo com uma entrada, dois pratos principais, uma sobremesa e bebidas não alcoólicas aproximadamente £ 33/casal).

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Natal em Londres

Essa época de Natal é muito gostosa aqui em Londres, pois no final de novembro e começo de dezembro acontecem diversos eventos natalinos, como por exemplo o momento de acender as luzes em tal mercado ou tal rua com eventos pequenos e grandes. Além disso, há muitos corais em praças e igrejas.

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Dos locais que visitei esse ano eu gostei muito do evento de Carnaby Street onde distribuíram brindes, todas as lojas tinham uma atração (de comida a DJ), descontos, etc. Também gostei do evento em Covent Garden onde acenderam as luzes da árvore de Natal e teve coral.

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Mas vale a pena passar por alguns locais para ver as luzes de Natal e decorações como na Regent Street, Oxford Street, Carnaby Street, Covent Garden, Somerset House, South Molton Street, Tower of London, Southbank, Canary Wharf, Trafalgar Square, Piccadilly Circus, Slingsby Place. 

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Christmas decorations in London, 2013.

E as vitrines como da Selfridges, John Lewis (esse ano a vitrine está com vários bichinhos feitos com produtos), Harrods, Harvey Nichols, Fortnum and Mason e Choccywoccydoodah (uma loja de chocolate perto de Carnaby Street onde eles fazem chocolates com vários formatos, dependendo da data comemorativa, é lindo!).

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Selfridges Christmas window display on Oxford Street Harrods window display in Knightsbridge

John Lewis Christmas window display on Oxford Street Fortnum and Mason Christmas window display in Piccadilly

Fora isso as lojas ficam bombando de gente e em dezembro já começamos a ver algumas coisas em promoção, sim promoção! E são promoções que valem super a pena, mas dia 26 de dezembro (boxing day) é feriado aqui e é o primeiro dia oficial de promoções que chegam até 75%! Masssssss pensa numa loucura com pessoas disputando peças de roupas e acessórios e uma bagunça danada. Tem muita gente que chega super cedo e praticamente madruga nas filas das lojas.

Esse ano fui ao shopping de Canary Wharf e estava tranquilo por não ser muito conhecido e não ser central. Comprei um sobretudo na Banana Republic por 50% do preço original, por exemplo. Obs: Dia 26/12 tem transporte público, mas dia 25/12 é o único dia do ano que TUDO pára, ou seja, não há nenhum transporte público.

O Columbia Market fica mais cheio que o normal aos domingos! Diversas pessoas disputando o mesmo espaço para comprar flores e árvores de Natal, além de aproveitarem (principalmente se tiver um dia sem chuva) os cafés e lojinhas da região.

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Mas o que eu mais gosto nessa época são o Mercados de Natal! Os mais conhecidos e que fui esse ano aqui em Londres são:

– Southbank (estações Westminster ou Waterloo): Mercado de Natal estilo alemão vendendo salsicha, batata, carne de porco, torta de maçã, gingerbread, glühwein, além de acessórios, decorações natalinas e outros presentinhos. É bem fácil de chegar e de sexta a domingo há também outro mercado de comida atrás do Southbank Centre.

View of the traditional Christmas Market along the South Bank Queen's Walk  London at night looking through Xmas lights

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– Winter Wonderland (Hyde Park): Um Mercado de Natal enorme, com muitas barraquinhas de comida, acessórios, bebida e também brinquedos como roda gigante, montanha russa, casa mal assombrada, esculturas de gelo e muitas outras atrações. Você consegue passar muitas horas lá e se divertir bastante, porém é muito cheio aos finais de semana.

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– Christmas Village em Kew Gardens: O parque é pago, porém o Mercado de Natal não é, mas achei ele bem pequeno. Há também um caminho para se fazer no parque durante a noite com iluminação no percurso (esse passeio é pago). Como fica muito longe e não tem muita coisa, não é um Mercado que me agradou.

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Em Leicester Square tem algumas barraquinhas e brinquedos também.

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Além disso é possível ver várias pistas de patinação no gelo espalhadas pela cidade como no Natural History Museum, Canary Wharf, Tower of London, Westfield Shopping, London Eye, Winter Wonderland, Hampton Court Palace (um pouco mais longinho) e Somerset House (meu preferido). Geralmente você agenda seu dia e horário (geralmente é bem cheio) e paga durante aproximadamente 50 minutos de diversão dependendo do lugar.

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