Dia 2 – Budapeste

Acordamos cedo e começamos nosso passeio passando pela Opera (Állami Operaház) que foi feita pelo mesmo arquiteto da Basílica de Santo Estêvão, Miklós Ybl. Suas paredes possuem 16 dos maiores compositores como Mozart, Beethoven e Tchaikovsky. Você pode fazer um tour pago lá dentro ou então assistir a uma ópera ou ballet.

Passamos pela Basílica de Santo Estêvão novamente, porém fomos visitar seu interior, já que no dia anterior era tarde e ela estava fechada ao público.

 

Seguimos então para a tão famosa Ponte das Correntes (Széchenyi lánchíd).

 

 

 

 

Atravessamos para o lado de Buda e nossos amigos pegaram o funicular (Budavári Sikló) que subia lá para o Castelo. Ele foi aberto em 1870, mas seu trilho foi destruído na Segunda Guerra Mundial. Foi restaurado em 1986 e continua levando passageiros da praça Clark Adam (Clark Adám tér) para o topo de Buda.

Nós decidimos ir a pé apreciando a paisagem (e economizando no funicular, já que não sou muito fã) e chegamos antes deles. O preço de ida e volta era 1.700 HUF por pessoa.

 

Andamos pelo Castelo de Buda (Budai Vár), também conhecido como Palácio Real. Esse Castelo na verdade é composto por várias estruturas construídas e reconstruídas durante os séculos. O primeiro castelo é de 1255, sendo reconstruído em 1458. Nesta reforma ele ganhou encanamentos e vinhos eram jogarrados de suas fontes. Infelizmente ele foi destruído pelos turcos em 1541, mas foi reconstruído novamente após a Segunda Guerra Mundial. Atualmente abriga o Museu de História de Budapeste e a Galeria Nacional Húngara.

 

A cidade é linda, mas essa parte de Buda é realmente de tirar o fôlego! Ali atrás do Castelo tem uma feirinha com várias barraquinhas vendendo souvenirs.

 

Continuamos nossa caminhada pelas charmosas ruas de Buda. Passamos então pela Igreja de São Mateus (Mátyás Templom) com seu telhado colorido e maravilhoso. A entrada da igreja é paga e o ticket pode ser comprado na bilheteria localizada ali na frente.

Próximo da igreja tem o Bastião dos Pescadores (Halászbástya ou Fishermen’s Bastion em inglês).

Continuamos andando nas várias ruazinhas por lá, inclusive na famosa rua dos Lordes (Úri utca) com suas casas com faxadas medievais construídas após 1950.

Paramos para comer num restaurante embaixo de umas árvores pertinho da igreja de São Matias. O ambiente era bem agradável, mas nos sentimos enganados. Comida e bebida caras e o nosso almoço não estava bom. Por isso aconselho a não irem pelas aparências e tentarem almoçar em algum outro lugar. Restaurante muito pega-turista!

Descemos então as escadas atrás do Bastião dos Pescadores até a praça Batthyany (Batthyány tér) onde se pode ter uma vista belíssima do Parlamento.

Andamos pelas ruazinhas que nos levaram até na parte de baixo e passamos ainda por algumas igrejas.

Pegamos uma estação de metrô só para atravessarmos o rio e fomos até o Parlamento onde visitamos a praça Lajos Kossuth (Kossuth Lajos tér).

 

 

 

Em frente fica localizado o Museu Etnográfico (Néprajzi Múzeum) e ao lado a estátua de Imre Nagy (Nagy Imre-Szobor), que foi erguida em honra ao primeiro ministro que liderou a Revolução Húngara de 1956, mas que não teve sucesso, sendo ele executado em 1958.

Pegamos de lá o tram 2 do lado de Peste. Esse tram passa por diversos pontos turísticos e foi um passeio barato e legal para ter uma outra visão da cidade.

Passamos com ele pela Ponte da Liberdade (Szabadság híd), Corvinus Universidade de Budapeste e mais diversos outros pontos turísticos.

Ah! Para se ter uma vista bonita de Buda, vá até Danube promenade (entre a praça em frente a Ponte das Correntes e a ponte Elisabeth – lado de Peste).

Depois de ficarmos no tram 2 quase todo o percurso, voltamos um trecho até a estação Fővám tér. Seguimos para o Mercadão de lá (Nagyvásárcsarnok) – Seg das 6h às 17h/ Ter a Sex das 6h às 18h/ Sab das 6h às 15h/ Fechado aos Domingos. Digo que é um dos melhores lugares para se comprar souvenirs e comidas frescas (carne, queijos, frutas, verduras, etc) da cidade. Achei tudo um ótimo custo x benefício. Souvenirs bem mais em conta e diferentes do que os das barraquinhas ou lojinhas em Buda ou em Peste. Vale a pena dar uma passada lá antes de comprar. Fica a dica!

Saindo de lá fomos na famosa e turística rua Vaci (Váci utca). Cheia de lojas vendendo roupas, souvenirs, comida, etc. Achei tudo muito turístico e caro. Inclusive fiz a besteira de parar numa barraquinha lá para comprar aqueles pães doces que são feitos nos rolos. Não estava bom e simplesmente pagamos o dobro do preço se comparada a uma barraquinha na esquina da Andrássy út com a Bajcsy-Zsilinszky utca.

Andamos mais um pouco pela cidade, já que estávamos encantados com a beleza do lugar. Realmente Budapeste foi uma surpresa e tanto para nós! Não imaginava que era tão organizada, limpa e bonita! Demos uma passadinha rápida pela loja de departamento Il Bacio di Stile, pertinho do flat.

 

 

Já estávamos cansados e resolvemos escolher um dos bares da Rua Király, 13 (Király utca). É um portão, mas quando você entra é uma ruazinha escondida de pedestre com vários barzinhos que ficam super agitados à noite.

 

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