Reykjavik

Decidimos viajar para a Islândia de última hora, pois tínhamos uns diazinhos livres em outubro de 2014. Ficamos um total de 4 dias e 3 noites no país. Compramos as passagens na low cost Easyjet e já nesse primeiro momento meu marido levou um susto com o preço. Apesar do país ficar na Europa e ter duração de vôo de apenas 3h de Londres, as passagens são mais caras se comparadas a outros países aqui perto.

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Não é só a passagem que é cara. Hospedagem, tours e alimentação são caríssimos! Mas tudo isso vale a pena, pois é um lugar incrível com uma paisagem de tirar o fôlego.

Saímos de Londres numa quarta no final de outubro e chegamos ao aeroporto em Reykjavik quase na hora do almoço.

Ao sairmos no desembarque, já avistamos as empresas de transfer para o centro da cidade. Escolhemos a Flybus que opera pela empresa Reykjavik Excursions, uma empresa gigante que faz tours na cidade.

Pagamos o valor de 2.500 ISK por pessoa para eles nos deixarem na porta do hostel. Há duas opções de tickets: 1.900 ISK por pessoa para ir do aeroporto ao BSI Terminal de ônibus ou 2.500 ISK onde você pega um ônibus até o BSI terminal e de lá pega uma van que te leva até a porta da sua hospedagem. Por isso, dê uma olhada no mapa se é possível você ir andando do terminal de ônibus, pois nisso você já consegue economizar.

Fizemos o check in mais cedo e fomos passear pela cidade. Fomos primeiro ao porto e paramos no Harpa, espaço que abriga concertos e eventos. Não estava muito frio (acho que uns 3ºC), porém estava chovendo e ventando demais! Nos abrigamos um tempo lá dentro e aproveitamos para ver sua construção que é linda! Aliás, ela foi uma construção cara e por isso os islandeses não gostam muito de lá, já que o país tem apenas 300 mil habitantes (sendo 200 mil em Reykjavik) e existem outras prioridades para se gastar o dinheiro como escolas, hospitais, etc.

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Fomos então caminhar por uma das principais avenidas da cidade, Laugavegur, cheia de lojas, hostéis, restaurantes para nos abrigar um pouco do mau tempo e por outras ruas no centro da cidade.

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Assim que a chuva parou um pouco, fomos para perto do porto novamente ver a escultura Sólfar, homenagem aos primeiros vikings que chegaram à cidade.

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Ali em frente fica o bairro apelidado de shadow, pois tem vários prédios novos que fazem sombra. Avistamos muitos deles em construção, porém se engana quem acha que eles começaram a ser construídos agora. Eles começaram há anos atrás, mas tiveram suas obras paradas por causa da crise de 2008 e só agora retomaram os trabalhos.

Caminhamos mais pelas ruas ali perto e seguimos para a igreja Hallgrímskirkja que é super imponente e possui um órgão de 15 metros lindo demais! É possível subir na torre da igreja e ter uma vista de toda a cidade, mas essa visita é paga.

Ali em frente há uma praça com a estátua do Leifur Eiriksson, maior aventureiro da Islândia que chegou a América antes de Colombo.

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No final do dia paramos para jantar no Café Loki que fica em frente a igreja. Aproveitei para pedir o Icelandic II que vinha várias comidas típicas: pedacinhos de tubarão fermentado, peixe seco, manteiga, pão rye (pão preto meio doce) com manteiga e carne de carneiro defumado, salmão defumado com pão, batata com peixe e pão (custo 2.790 ISK. Meu marido pediu o Icelandic Braveheart que vinha pão rye com manteiga, tubarão fermentado, peixe seco e um shot de Brennivíns- bebida típica de lá (custo 2.090 ISK) e ainda pediu mais uma sopa (custo 1.490 ISK).

As porções são pequenas, mas o preço é mais em conta e você consegue experimentar pratos típicos diferentes.

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Tínhamos fechado o passeio para ver a Aurora Boreal naquela noite,  mas recebemos um email de cancelamento por causa do mau tempo. Então aproveitamos para dormir cedo, pois os outros dias seriam cansativos.

No segundo e terceiro dias fizemos passeios contratados com agências locais que explicarei nos próximos posts. Tomamos café da manhã na cozinha do albergue, almoçamos um lanche no meio do caminho e jantamos duas vezes no famoso hot dog da cidade, Bæjarins Beztu, que é conhecido por ser o melhor de lá (um dos dias jantamos no Café Loki e no hot dog para complementar a refeição). O primeiro foi vendido em 1937 e até Bill Clinton já experimentou. Conversando com o funcionário do local, ele nos contou que durante a semana ele vende aproximadamente 500 cachorro quentes por dia e durante aos finais de semana mais de 2.000 por dia! Fomos na barraquinha na rua Tryggvagata e adoramos! Além de gostoso foi super prático para nós, pois ficava perto do nosso albergue e tínhamos pouco tempo para comer, já que voltávamos de um tour e dava tempo apenas para um lanche rápido antes do tour da Aurora Boreal. Não vá esperando encontrar aquele cachorro quente brasileiro com milhão de coisas dentro do pão, porque ele não é assim… é um pão fino com uma salsicha, ketchup, mostarda, molho deles e cebola (frita e crua) – custo 380 ISK na época. A única coisa ruim na minha opinião era que tínhamos que comer do lado de fora e estava muito frio – afinal era uma barraquiha na rua. Não adiantava nem comer pulando, pois estava bem frio mesmo. Já para o café da manhã, íamos ao supermercado 10-11 na rua Austurstraeti que estava sempre aberto para comprarmos as nossas comidas. Ah! Não deixe de experimentar o famoso iogurte Skyr de lá. Sinceramente eu não gostei, pois ele é bem grosso, mas a maioria das pessoas que conheço que já provou adoraram o iogurte.

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Em um dos dias entre os tour do dia e da Aurora Boreal, tivemos um tempinho para andarmos um pouco pela cidade. O nosso guia no deixou na igreja e recomendou que fôssemos atrás dela, pois tinha um jardim meio escondido, mas muito bonito com várias esculturas. Na realidade é o jardim do museu Safn Einars Jónssonar, que foi um dos maiores escultores da Islândia.

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Em nosso último dia fomos tomar um café da manhã reforçado no The Laundromat Cafe que fica ao lado do supermercado que frequentávamos.

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3 respostas em “Reykjavik

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