Dia 1 – Amsterdã

Decidi a viagem para Amsterdã em cima da hora e como o voo é apenas 1h de Londres (aeroporto de Gatwick) comecei a procurar hospedagem e vôos baratos para lá. Achei passagem na Easyjet mais em conta do que trem, portanto como era apenas para ficar três dias na cidade, não despachei mala nem nada, coloquei uma mochilinha nas costas e lá fui eu.

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Cheguei na hora do almoço e já estava faminta, então decidi parar no Mc Donalds do aeroporto mesmo para comer. Fiquei chocada quando o atendente me falou que um sachê de ketchup custava € 0,55!!!

Passado o choque e a fome, peguei o ônibus e fui para o hostel deixar a mochila e começar a passear pela cidade. Como a cidade é pequena passeei todos os dias a pé por ela, mas você pode usar ônibus, bonde, táxi, carro e a famosa bicicleta.

Após sair do hostel no primeiro dia, caminhei pela Leidsestraat (rua cheia de lojas) e parei na Koningsplein onde há uma barraca de haring, o arenque cru holandês que é bem típico e tem o gosto bastante forte.  Continuei caminhando e fui para o Mercado das Flores olhar as barracas de flores e sementes, souvenirs, experimentar queijos, etc. Esse mercado é apenas uma rua pequena, não espere um local grande.

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Passei pelo Munttoren que tem um relógio bem próximo dali, Kalverstraat (rua apenas para pedestres com várias lojas), Het Spui (famosa praça), Dam Square (onde se localiza um monumento em homenagem as vítimas da guerra, Palácio Real e Magna Plaza, antigo correio da cidade).

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Andei pelas ruas, admirando os vários canais da cidade e vi a “casa” mais estreita de Amsterdam (Localização: Singel 7, na realidade ela tem a frente de 1m).

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Passei pela Centraal Station e observei o viaduto repleto de bicicletas. Nunca vi tanta bicicleta na minha vida! É no viaduto, em frente das casas, ruas, parque, praças, enfim, por todo lugar tem bicicleta que não acaba mais. Cuidado para não ser atropelado por uma!

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Depois passei pela Igreja de São Nicolau e fui para o Red Light District, bairro da luz vermelha famoso pelas mulheres nas vitrines, sex shops, coffeeshops, teatros com “performances” e fui ao Nieuwmarkt que possui diversos restaurantes.

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Fui numa segunda-feira e ainda estava cedo, por volta das 20h (estava escurecendo por volta das 22h30). Mais tarde, em frente a esse teatro com a fachada preta, tinha uma fila ENORME e os ingressos eram caríssimos.

As famosas vitrines onde as mulheres ficam expostas. Cuidado para não tirar fotos delas, pois você pode entrar numa confusão.

Achei o bairro bem tranquilo pela tarde, mas movimentado a noite e você vê todo tipo de gente.

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